12 de jan de 2014

Dia.


Manhã

Eu, se Sol, debatia mas não me punha
Pra não ter – pra te ver! - qu`esperar o raiar da manhã
O Amor – sem pudor – vestiria minha eterna alcunha
A viver de acordar pra olhar teu olhar de hortelã.


Tarde

Meu peito adulto , moleque sem jeito 
Quando dá defeito – ser meio covarde,
Tua Luz se apresenta e lhe torna perfeito
E ao nublar-se o dia é teu Sol que me arde.


Noite

Se o negro do Céu é ausência de cor
Se um Céu sem o Sol é do ser um açoite
Quem explica o poder a emanar, meu amor
Dos teus olhos de estrelas, de Lua e de noite?

- Thuan Carvalho.
a P.

4 comentários:

  1. E em ciclos assim, todo um manto de amor...

    Abraço

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  2. Fiquei boquiaberta com a beleza da sua poesia.

    http://www.novaperspectiva.com/

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  3. O amor faz do dia um prazer repetido. :)

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  4. [os dias completos,

    os que amanhecem e adormecem
    nesse estranho lugar onde de dois se faz um peito só
    e completo.]

    um abraço, Thuan

    bL

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