6 de jun de 2012

A Rosa do Amor














Quando o Amor fora moleque arteiro,
Nos Jardins da Eternidade,
Desafiou quem seria o primeiro
A pecar pela quantidade.

Havia em teus rosais um letreiro
Vestido da perene verdade
Gritando: “espinho faceiro!
Toque e ficarás por metade.”

O amante, achando absurdo,
Vestido de amor e paixão,
Fez-se então de ouvinte a surdo;

A mensagem transpassou suas orelhas,
Seu regado fez das rosas vermelhas,
Com o sangue de seu Coração.


                                 Thuan B. Carvalho

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